Star Trek Into Darkness – ainda falando mal dos filmes de ficção atuais

Outra decepção.

Não que seja tão ruim, mas tanta tecnologia disponível para criar um filme poderia ter sido melhor empregada.

Há cenas que não fazem sentido. Por exemplo, em lugar de teletransportar a bomba que vai fechar um vulcão, Spock tem de fazer o trabalho de forma manual. OK, interferências poderiam impedir o teletransporte. Que tal algo mais arcaico: lançar do alto direto dentro da boca do vulcão?

Parece que tudo no filme é criado para dar suporte às imagens. Ou seja, uma sequência de imagens ou cenas são criadas e uma história é imaginada para ligá-las. As cenas e imagens não existem para ajudar a contar a história. A história é criada para dar sentido, ou tentar, às imagens e cenas.

Eu até que desculpo uma falta de lógica aqui, outra acolá. Desculpo que não faz sentido viagens acima da velocidade da luz, velocidade da comunicação entre dois pontos maior do que a velocidade da luz (embora possível no caso de partículas “ligadas” quanticamente), etc, pois essas coisas podem significar apenas a falta de tecnologia atual. Mas forçar a barra para que certas situações aconteçam é que dói.

Como eu já falei demais sobre o que acontece no filme no começo do post, não vou descrever mais nada.

De qualquer forma, como demostração da tecnologia 3D, até que vale assistir.

Posted in Filme Review

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