Você conhece esse site: http://www.mises.org.br ?

Algumas leituras indispensávieis:

  1. http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=344 – Entenda como os juros não são determinados pelos bancos, mas sim uma jogada do estado para conseguir continuar gastando mais do que arrecada. Dá para entender como a Grécia quebrou: eles não podiam mais pegar dinheiro emprestado, pois esgotaram a capacidade dos bancos, e também não podem emitir moeda, pois usam o Euro. Sem poder emitir dinheiro, não há inflação. A imprensa e muitos “bem intencionados” acham que o problema foi causado pelos bancos, com seus juros altos, quando na verdade o problema é o estado que gasta mais do que arrecada, protegendo um setor aqui em detrimento de outro ali, e mantendo suas mordomias e ineficiência.

Hoje, domingo, saí para dar uma boa caminhada à beira bar. Aqui em Florianópolis temos um bom espaço para isto – basta tomar cuidado para não pisar em algum resíduo canino. Em um dos estacionamentos havia um evento de corrida infantil patrocinado por um banco estatal. Estavam lá crianças e seus pais, quem sabe com a intenção de educar seus filhos, incentivando-os ao exercício físico. Muitos, logicamente, estavam mais interessados em camisas, balões e outras bugigangas.

Somado a isto, estava lá também um conjunto de alto-falantes, alimentado por um potente amplificador de áudio, produto da mais alta tecnologia, o que é padrão em qualquer ajuntamento hoje em dia. E isto me preocupa.

Como sabem meus amigos,
estou passando um ano no Canada. Mais especificamente em Ottawa.
Num desses dias uma coisa me chamou a atenção: os ônibus aqui não expelem aquela fumaça fedorenta e preta que os ônibus no Brasil emitem.
Eu por muito tempo usei álcool nos meus carros. Por muitos anos, praticamente o gasto com um combustível ou outro era o mesmo: o álcool custava 30% menos, mas fornecia 30% menos de autonomia. O chato era ter de abastecer mais vezes. Isso eu achava que compensava quando pela manhã ligava o carro: nada daquele cheiro horrível da gasolina queimada. Depois ficou impossível usar o álcool, que, talvez por ter seu nome trocado para etanol, aumentou muito de preço.
Quando passei a usar gasolina, comentei algumas vezes com a Rochelle, minha esposa, que achava muito ruim o cheiro da gasolina queimada. E que parecia piorar a cada dia. Não importando o posto de origem.
Mas, chegando aqui no Canadá, percebi que não se sente cheiro algum. Nem nos ônibus. Até cheguei a pensar que eles eram movidos a gás natural ou álcool, mas não, são diesel mesmo.

Há assuntos que entram na moda e ficam.

Independentemente de sua natureza, no sentido de serem baseadas em verdades ou não, caem no gosto popular do politicamente correto e ficam por muito tempo circulando nas mentes.

Mas, grosso modo, quando o assunto é relacionado à ciência, o brasileiro é muito mal preparado para entender.

Vejamos o caso do automóvel elétrico. É raríssimo o tema ser tratado com alguma base científica. O sujeito vai para a televisão, seja reporter ou não, e diz que o carro elétrico elimina a poluição.

Jack Welch, que comandou a General Eletric de 1981 a 2001, com grande sucesso, dizia uma coisa interessante –  É importante celebrar.

Quando alguém alcança um objetivo, é necessário celebrar com ele ou ela de alguma forma, pois é uma motivação para alcançar um novo objetivo. Quando as pessoas não sentem que estão realizando algo, sentem-se desmotivadas. As pessoas têm de sentir orgulho de seus esforços, precisam sentir que o que estão tentando é realmente possível.

Outro empresário de sucesso, Tom Watson Jr., que tornou a IBM a gigante da computação, muito antes de existir a Microsoft, dizia:

O aquecimento global parece mais fé do que ciência. Há várias medições, achismos, etc, que são “torcidos” para se encaixarem na teoria do Global Warming. Eu ainda não acredito na relação direta entre a emissão de CO2 e o aquecimento global catastrófico causado pela atividade humana. Que o homem deve empregar fontes de energia que não poluam – isso com certeza, mas é outra história. Segundo medições precisas, o que está acontecendo agora, medido entre 1957-2008, já aconteceu entre 1895-1946 (http://www.climate-skeptic.com/2009/12/why-the-historical-warming-numbers-matter.html)

Hoje me aconteceu algo que me lembrou o profeta Gentileza. Quem é do Rio de Janeiro e tem alguma idade, não sei quanto é o necessário,  já ouviu falar dele. Qualquer um que chegasse ao Rio de ônibus pela rodoviária Novo Rio veria, pintado nas pilastras do Viaduto do Caju, várias vezes o dizer “gentileza gera gentileza”. Quem tiver curiosidade, clique em:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Profeta_Gentileza

Mas voltando ao início, por que lembrar dele?

De saída, devo avisar que não sou médico. No máximo de computadores. Mas leio bastante sobre saúde. Por isso, quero colaborar traduzindo partes de um pequeno guia de como evitar gripes, recheadas de algumas observações minhas. Os detalhes que vêm a seguir funcionam para qualquer gripe. Desde as aviárias até às suínas. Funciona porque eu mesmo há anos não tenho gripes. Mesmo resfriados. Geralmente várias pessoas ao meu redor pegam e eu não. E olha que trabalho em ambiente fechado.

Escada rolante tem dois problemas sérios no Brasil. Um é higiênico. O outro de comportamente.

Vamos primeiro ao higiênico.

Você já parou para pensar a quantidade de sujeira que contém um corrimão de escada rolante? Imagine a quantidade de homens que saem do banheiro sem lavar as mãos e tocam logo em seguida em um corrimão ou maçaneta? (muitos fingem que lavam, passando a mão por 2 segundos debaixo da torneira, secando logo em seguida – não sei como é nos banheiros femininos). Já imaginou a quantidade de pessoas com gripe ou outras doenças infecciosas que levam as mãos à boca e em seguida a um corrimão? Por outro lado, será que é mesmo necessário pegar no corrimão para usar uma escada? Claro que não posso extrapolar para qualquer pessoa, mas a maioria deve conseguir usar escadas normais e rolantes sem se agarrar ao corrimão. Aliás, de minha parte, nem escada rolante uso. Aproveito para fazer exercício sempre que há uma escada convencional por perto. Mas, tenho uma segunda razão para não usar escadas rolantes.